fichamento "lições de arquitetura"

 Fichamento Lições de Arquitetura:

 

Parte A:

 Privado x públicos -> intermediários -> usos e explorações do espaço pelo morador -> espaços comunitários x familistério [obra pública como imposição (alienação) x socialismo -> sistema cria alienação] -> necessidade econômica gera necessidade social -> quanto mais isoladas, mais fácil de manipular e controlar.

 A organização espacial deve estimular a interação e a coesão

 Realidade da rua antes x agora (o domínio público x privativo)

 Belo: é uma junção do estético com a função no meio

 Comércio como transformador

 Lojas: acesso público ao espaço privado

 Identificação própria do usuário

 

Parte B:

 Reciprocidade da forma e do uso

 Forma determina e é determinada pelo uso e pela experiência

 Estrutura e transformações

 “O homem é aquilo que fazem dele, mas o importante é o que ele faz com o que fazem dele - J.P Sartre”

 Gramática gerativa (ponto de partida das línguas)

 Competência: capacidade de a forma ser interpretada

 Desempenho: modo pelo qual a forma é/foi interpretada

 Forma adapta-se a uma variedade de funções e recebe inúmeras aparências, no passo que a estrutura permanece

 Permanência x efemeridade

 Estrutura representa o coletivo x interpretações individuais

 Urdidura (ordenamento básico do tecido) cria a oportunidade de variedades junto com a trama (é quem dá as cores, padrões e texturas) -> uma não existe sem a outra

 Quanto maior a diversidade, maior a qualidade do todo -> caos ligado à ordem

 A tentativa de redução de possibilidades, faz justamente o contrário

 Grelha: ordenamento da cidade em tabuleiro; várias vezes esse recurso foi utilizado como planejamento. É necessário o equilíbrio entre o planejamento, regulamentos e liberdades

 Ordenamento da construção: unidade que surge quando as partes em conjunto determinam o todo e vice-versa (como uma estrutura)

 Estilos enrigecem, mas quando surgem novos eles se libertam e enrigecem novamente

 Funcionalidadeflexibilidade polivalência

 Arquitetura funcionalista: forma deriva da eficiência (edifícios/ cubos brancos que cumprem múltiplos objetivos, mas não favorece a integração) -> rápida obsolescência de suas soluções

 Neutralidade não é flexível e aberta, é na verdade rígida e sem identidade

 Flexibilidade é a ideia de que o correto não existe -> conjunto de soluções não adequadas

 Polivalência: maior eficácia, se aproxima da competência

 Neutralidade x especificidade

 Forma e Usuários: projetar é uma questão de organizar o material de tal modo que seu potencial fosse inteiramente explorado

 Ouvir para projetar/construir -> fachada nos impede de ter a moradia perfeita

 Excesso pode ser tão ruim quanto à limitação -> Propósito

 Incentivos: sair do plano de construção para o de possibilidades -> elevar o potencial inerente ao máximo -> incentivo + associação = interpretação

 Forma como instrumento: poder de influenciar à nossa volta traz a sensação de pertencimento   -> coisas devem ter papéis variados e variáveis

 

Parte C:

 A arquitetura não deve ser fechada, rígida ou autoritária --> aberta à interpretação e apropriação, fazendo uso de diferetes visões --> espaços polivalentes (uso variado e determinado pelo usuário / quase como um não-objeto)

 Participação do usuário é essencial para uma arquitetura mais democrática e aberta

 Os espaços devem ser acolhedores e serem parte da vida, não obstáculos à ela

 Dimensões corretas e articulação dos espaços

 Todos os elementos tem peso e devem ser tratados com igual atenção: equivalência, mas sem ignorar hierarquias, prestando especial atenção nos reflexos que estes elementos causam no redor

 Trazer o mundo exterior para dentro


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